O ano de 2026 começa com más notícias para o projeto de reeleição do atual governador do Amapá, Clécio Luis (Solidariedade).
A professora Goreth, que até bem pouco tempo estava exercendo o mandato de deputada federal e uma das principais lideranças do Partido Democrático Trabalhista (PDT), anunciou saída da base de Clécio.
Nos bastidores, comenta-se que a forma em que o governador Clécio vem tratando a base do PDT, que foi fundamental para eleição em 2022, foi o estopim da saída da professora Goreth, que anunciou também desfiliação do PDT.
Além disso, o próprio ministro da integração nacional, Waldez Góes (PDT), foi colocado em segundo plano a sua candidatura ao Senado em detrimento do senador Randolfe Rodrigues (PT), que pouco fez para o grupo politico, na eleição passada.
O vice-governador, Teles Júnior (PDT), deve disputar uma cadeira de deputado estadual e não quer saber de aliança na majoritária com Clécio por conta do pouco espaço que teve na gestão.
O racha do PDT com Clécio também ficou explícito em evento no início do ano, da deputado estadual Aldilene Souza (PDT), do vereador Alessandro (PDT) e do deputado federal, Dorinaldo Malafaia (PDT), onde o governador não foi nem convidado.
Pelas dificuldades no tratamento com os aliados e a baixa possibilidade de reeleição, mais lideranças devem romper com Clécio nos próximos dias.