O senador Lucas Barreto (PSD) é o único representante do Amapá a assinar a CPMI do Banco Master. A situação destaca a falta de apoio dos outros parlamentares do estado à investigação.
Entre os alvos, a CPMI busca investigar o repasse de R$ 400 milhões da Amapá Previdência (AMPREV) para o Banco Master. A falta de apoio do senador Randolfe Rodrigues (PT), do senador Davi Alcolumbre (União Brasil) e dos demais deputados federais são notadas, especialmente com a pressão crescente nas redes sociais.
Desde que começaram a surgir os primeiros indícios de tentativa de interferência no processo de liquidação do Banco Master, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ), vice-líder da oposição, passou a recolher assinaturas para viabilizar a criação de uma CPMI para investigar as “possíveis conexões” político-jurídico-financeiras com as irregularidades praticadas pela instituição.
A Polícia Federal já descobriu que alguns negócios suspeitos do Master foram realizados com entidades estaduais sob forte influência de figurões da política, particularmente no Rio de Janeiro, Amapá, Bahia e Distrito Federal.