Irresponsabilidade de DaLua pode causar colapso financeiro nas contas da prefeitura de Macapá

Irresponsabilidade de DaLua pode causar colapso financeiro nas contas da prefeitura de Macapá

Em poucos dias no comando interino da Prefeitura de Macapá, Pedro DaLua (União Brasil) anunciou medidas de impacto direto na folha de pagamento de servidores que levantam alerta sobre o equilíbrio das contas municipais. 

Na segunda-feira, 23, DaLua anunciou reajuste linear de 15% para os profissionais da Educação e protocolou o projeto na Câmara Municipal para votação na quinta-feira, 26. A proposta também cita um reajuste de 12% para demais categorias do serviço público. 

Sem previsão orçamentária clara

O anúncio foi feito durante mobilização de professores em frente ao Palácio Laurindo Banha/Palácio Janary Nunes e encerrou a paralisação da categoria. A medida foi lançada sem demonstração de estudo de impacto financeiro — o que pode comprometer o caixa da prefeitura e gerar atrasos de salários e de serviços essenciais.

Comparação com a gestão anterior

Nos últimos anos, Dr. Furlan (PSD) vinha garantindo reajustes sem atrasar pagamentos de nenhuma categoria. O contraste aponta para “irresponsabilidade fiscal” e risco de colapso nas finanças — especialmente em um cenário de gestão temporária.

A ofensiva na folha ocorre no mesmo período em que veio à tona áudio atribuído ao senador Davi Alcolumbre (União Brasil) com DaLua, no qual o prefeito interino promete abrir duas CPIs contra Furlan e cita orientação do governador Clécio Luís para “atacar na MacapaPrev”. O pano de fundo inclui o escândalo dos R$ 400 milhões da AMPREV aplicados em papéis ligados ao Banco Master, liquidado pelo Banco Central.


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