Por Eduardo Neves
O slogan “cinquenta anos em cinco”, utilizado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek — JK, onde transformou o Brasil com obras estruturantes, se equipara ao que vem acontecendo em Macapá, na gestão do atual prefeito, Dr. Furlan (MDB).
Esse modelo de trabalho de domingo a domingo, rompeu o velho paradigma da política amapaense e mexeu com o grupo político que governa o Amapá nos últimos 40 anos e que carrega os piores indicadores sociais do Brasil.
Essa forma de governar que foi implementado pelo prefeito Dr. Furlan, na capital, caiu no gosto da população que tem o desejo de ver esse modelo se expandindo no Estado todo.
Os números das pesquisas mostram que se a eleição fosse hoje, não teríamos segundo turno e o atual prefeito de Macapá ganharia para o governo do Estado com 73% dos votos contra 27% do atual governador, Clécio Luís (Solidariedade), como foi revelado pelo Instituto Paraná Pesquisas.
O reconhecimento popular à Dr. Furlan também está sendo transferido para dois aliados e possíveis candidatos ao Senado. Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD), aparecem liderando na disputa para as duas vagas ao Senado, em 2026. O detalhe é que Dr. Furlan e Rayssa ainda não anunciaram oficialmente candidaturas.
Dr. Furlan, o fenômeno na política amapaense, tem despertado a ira daqueles que tiveram a oportunidade de fazer pelo povo do Amapá e quase nada fizeram para mudar a realidade, que só na última década viu mais que dobrar a saída de amapaenses para outros Estados, por falta de oportunidades.
Os recentes acontecimentos contra o prefeito da capital, Dr. Furlan tem sido visto pela população como perseguição política e que tem o simples desejo de tentar impedir os avanços na capital e possivelmente no Amapá Inteiro. Em tempo da Era da Informação, onde o povo recebe os acontecimentos na palma da mão, dificilmente, a Turma do Atraso vai continuar enganando à população.