O Amapá voltou a aparecer no topo de um ranking negativo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no 2º trimestre, o Estado registrou a maior taxa de desemprego do Brasil: 9,8%.
O estado, que já lidera índices de violência e insegurança alimentar, agora amarga também o pior resultado na geração de empregos entre as 27 unidades da federação.
De acordo com os números, as 5 maiores taxas de desocupação do país foram:
1. Amapá: 9,8%
2. Bahia: 9,1%
3. Pernambuco: 8,3%
4. Piauí: 8,3%
5. Sergipe: 7,9%
Na outra ponta, os menores índices foram registrados em:
Santa Catarina: 2,1%, Mato Grosso: 2,2%, Espírito Santo: 2,3%, Rondônia: 2,6% e Mato Grosso do Sul: 2,7%.
A taxa de 9,8% no Amapá é mais de 4 vezes maior que a de Santa Catarina, estado com menor desemprego no país.
A diferença mostra o abismo entre as regiões e a dificuldade de atrair investimentos e criar postos de trabalho no estado.